Restaurante à la carte
Mesa cheia, garçom correndo e conta para dividir entre seis pessoas. Comanda no celular, divisão por pessoa ou por produto e cozinha avisada na hora.
Um programa para o salão, outro para o delivery, uma planilha para o estoque e o contador cobrando os números no dia 5. No meio do caminho alguém redigita — e é exatamente aí que o dinheiro some.
No MGMComanda é um lançamento só. O pedido que o garçom abre na mesa é o mesmo que manda para a cozinha, baixa o estoque, calcula o CMV, emite a nota e chega no DRE.
O que a maioria dos restaurantes chama de "sistema" é, na prática, quatro sistemas que não se falam. Aqui, cada informação é digitada uma vez e vale para todo mundo.
O pedido não é anotado para depois ser digitado. Ele já nasce no sistema, no aparelho que o garçom tem na mão.
Cinco etapas. O mesmo lançamento em todas elas.
No mesmo segundo em que o garçom confirma, o item aparece no telão da cozinha e imprime no ponto de produção certo — cozinha, bar ou chapa. Se alguém alterar um item já enviado, a produção é avisada em vez de descobrir na hora de montar o prato.
Ver como funciona a comanda digital →Seu cardápio próprio (sem comissão), o WhatsApp e o iFood/99Food caem todos no mesmo lugar. O mapa monta a rota, sugere o entregador mais próximo e o cliente é avisado a cada etapa — você não redigita pedido de marketplace nunca mais.
Ver o sistema para delivery →A conta que o cliente pede é a mesma comanda aberta na mesa — dividida por pessoa ou por produto, se for o caso. A NFC-e é emitida no próprio fluxo da venda, com contingência automática se a SEFAZ estiver fora, e o cupom pode ir por WhatsApp. No fim do turno o caixa é conferido, não estimado.
Ver o PDV para restaurante →Cada item vendido baixou os ingredientes pela ficha técnica. O sistema mostra por onde o insumo passou e compara o custo que o prato deveria ter com o que realmente saiu — considerando perdas e inventário. A diferença não é um mistério do fim do mês: é uma linha na tela, por grupo e por produto.
Entender o CMV teórico × real →O sistema é o mesmo. A configuração é que muda — e é ela que decide se o seu turno de sexta vai fluir ou travar.
Mesa cheia, garçom correndo e conta para dividir entre seis pessoas. Comanda no celular, divisão por pessoa ou por produto e cozinha avisada na hora.
No horário de pico, a fila trava na balança. Venda por peso integrada, balança self-service e totem para o cliente pagar sozinho tiram o gargalo do caixa.
A comanda do copo se perde, o cliente troca de mesa e ninguém sabe quem consumiu o quê. Comanda por pessoa, transferência entre mesas e fiado com limite e histórico.
Pizza esfria enquanto o meio a meio confunde o caixa, e cada borda é um preço. Meio a meio é recurso padrão, sabores e bordas entram como complementos.
Sistema para pizzaria →O delivery é forte e a comissão do marketplace come a margem. Canal próprio sem comissão, WhatsApp e iFood no mesmo painel, com KDS na chapa.
Sistema para delivery →Cada unidade fecha de um jeito e o consolidado só existe na planilha do fim do mês. Aqui as lojas alimentam o mesmo painel e o mesmo DRE.
A Central do Gestor lê os dados reais da sua operação. "Quanto vendi ontem?", "qual prato dá mais lucro?", "o que está acabando no estoque?" — a resposta não é um relatório para você interpretar, é a frase pronta.
Não são módulos vendidos em separado para depois conversarem por integração. É o mesmo sistema, visto de ângulos diferentes.
Ele registra o pedido uma única vez e leva esse mesmo lançamento para todos os lugares onde ele importa: a cozinha recebe a produção, o caixa recebe a conta e a NFC-e, o estoque baixa os ingredientes pela ficha técnica, o CMV compara o custo teórico com o real e o financeiro fecha no DRE. É o contrário de ter um programa para o salão, outro para o delivery e uma planilha para o estoque.
Sim. O MGMComanda é usado em restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, self-service, churrascarias, cafeterias, padarias e redes com várias lojas. O que muda é a configuração: venda por peso na balança para o self-service, comanda por cliente no bar, meio a meio e bordas na pizzaria.
Na maioria dos casos, não. O MGMComanda funciona com impressoras térmicas comuns (USB e de rede) e convive com as máquinas de cartão que você já usa.
Com o modo híbrido MGM Edge, sim: o PDV local instalado na sua casa continua vendendo mesmo com a internet fora do ar e sincroniza tudo com a nuvem quando a conexão volta. Sem o PDV local, o sistema depende da conexão como qualquer sistema em nuvem.
Sim. Os pedidos do iFood e do 99Food entram automaticamente no mesmo painel de delivery em que caem os pedidos do seu cardápio próprio e do WhatsApp, sem redigitação.
Os planos começam em R$ 160 por mês e você pode testar 7 dias grátis, sem cartão de crédito e sem fidelidade. Crie a conta, cadastre seus produtos e use no movimento de verdade antes de decidir.
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