A venda entra
No balcão, direto pelo produto; no salão, puxando a comanda que o garçom abriu na mesa. É o mesmo pedido — não existe "passar para o caixa".
No balcão a fila não perdoa. Se o caixa precisa achar o produto numa tela, digitar o valor da nota em outro programa e anotar a baixa do estoque num caderno, cada venda custa três clientes de paciência.
Aqui é um lançamento só: bateu a venda, a NFC-e sai, o estoque baixa pela ficha técnica e o turno já está sendo conferido enquanto você ainda atende.
Num restaurante, quase todo furo de dinheiro tem a mesma origem: alguém registrou a venda num sistema e o resto do mundo ficou sabendo depois, de ouvido.
Cada real que entra tem um caminho: qual venda, qual forma de pagamento, qual operador, qual turno. No fim da noite você não estima — você confere.
Três coisas ao mesmo tempo, sem você pedir por nenhuma delas.
No balcão, direto pelo produto; no salão, puxando a comanda que o garçom abriu na mesa. É o mesmo pedido — não existe "passar para o caixa".
A NFC-e é emitida no mesmo fluxo, com a forma de pagamento certa. Se a SEFAZ estiver fora, a contingência entra sozinha e a venda não para na fila.
Os ingredientes baixam pela ficha técnica, o custo médio se ajusta e o valor entra no turno. Às 23h o fechamento já está montado: é só conferir.
Essa é a pergunta que todo dono de restaurante faz — e a resposta honesta é: depende de como você monta. Com o PDV local instalado na sua casa, o caixa continua vendendo com a internet fora do ar e sincroniza tudo com a nuvem assim que a conexão volta. Sem o PDV local, o sistema depende da conexão, como qualquer sistema em nuvem.
A dor do PDV não é a mesma em toda casa — o que trava a fila muda conforme o que você vende.
Pedido rápido, ticket baixo e fila que dobra às 20h. Aqui o que conta é a quantidade de toques até fechar a venda — e o caixa não pode parar para esperar a nota de outro programa.
No almoço, a fila trava exatamente na balança. Com venda por peso integrada e balança self-service, o prato é pesado, virou item, virou nota — sem ninguém digitar valor à mão.
Muitos itens pequenos, vários por cliente e um estoque que some sem ninguém ver. Quando cada venda baixa a ficha técnica, a diferença aparece na tela e não só no inventário do fim do mês.
Ver CMV teórico × real →O PDV é onde a venda se fecha. Antes e depois dele, o sistema já está trabalhando.
PDV é o ponto de venda: a tela onde a venda é registrada e o dinheiro entra. Num restaurante ele precisa fazer mais do que somar — precisa fechar a conta que veio da mesa, emitir a NFC-e, aceitar mais de uma forma de pagamento no mesmo pedido, baixar o estoque pela ficha técnica e deixar o turno conferido no fim da noite.
Sim. A NFC-e é emitida dentro do próprio fluxo da venda, sem passar por outro programa. Quando a SEFAZ está fora do ar, o PDV entra em contingência automática e continua vendendo, e o cupom pode ser enviado para o cliente por WhatsApp. O sistema também já está preparado para a reforma tributária (IBS/CBS).
Com o modo híbrido MGM Edge, sim: o PDV local instalado na sua casa continua vendendo mesmo com a internet fora do ar e sincroniza com a nuvem assim que a conexão volta. Sem o PDV local, o sistema depende da conexão como qualquer sistema em nuvem.
Sim. Cada venda baixa os ingredientes pela ficha técnica do produto, atualiza o custo médio e dispara alerta quando o insumo chega no estoque mínimo. A entrada de mercadoria pode ser feita pelo XML da NF-e do fornecedor, e o inventário é feito pelo celular, com aprovação do gestor. É isso que torna possível comparar o CMV teórico com o real.
Na maioria dos casos, não. O MGMComanda funciona com impressoras térmicas comuns (USB e de rede) e convive com as máquinas de cartão que você já usa.
O caixa é aberto e fechado por turno, com conferência: o sistema mostra o que deveria ter em cada forma de pagamento e o operador confere contra o que existe de fato. Cancelamento, desconto e abertura de gaveta exigem autorização e ficam registrados em log, e os recebíveis de cartão entram no financeiro para conciliação.
É o teste que vale: cadastre um produto, venda no balcão, emita a nota e confira o caixa no fim. Sete dias grátis, sem cartão de crédito.